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Esse texto não te desejará boas festas, nem um próspero ano novo.

O ano que se finda fez o que você é hoje. Não o ano em si, mas as atitudes tomadas ao longo desses 365 dias.

Um ano monótono é um ano triste. Principalmente para quem fez tantos sonhos, planos... Pra quem confiou em tantas promessas!


 Sim, sempre fazemos uma listinha de natal, e queremos que Deus realize cada pedido. Tipo um gênio da lâmpada, ou quem sabe o próprio Papai Noel.

A sociedade, a cultura, o mundo em si nos dá essa falsa ilusão de que com o “Ano Novo” vem também uma “Vida Nova”. Afinal, são 12 longos meses... Tempo suficiente para Deus nos dar cada item da listinha, e enfim vivermos em novidade.

É queridos maninhos, às vezes o tempo passa e nada muda.

Deus é infinitamente GRANDE, e queremos que Ele se manifeste com essa mesma GRANDIOSIDADE! Infelizmente, essa é a nossa natureza humana.

Deus é grande, mas Deus é detalhes também. Deus se revela em coisas pequenas, que talvez passem despercebidas perante os nosso olhos carnais, que sempre estão buscando grandiosidades.

Vamos dar dois exemplos do Deus que é grande, e também detalhista.

O Sol

A estrela mais próxima da terra, que nos dá o sinal que o dia começou, que o verão chegou.
O Sol, imponente, grande, radiante. Intimidador! Impossível encará-lo por muito tempo, não é mesmo? O astro das manhãs. Afinal, quem não sente falta dele em um dia nublado ou chuvoso?



Pois é... Deus mostrou a grandiosidade e força da sua personalidade ao criar algo tão incrível! Quem pode impedir o sol de nascer, quem pode impedi-lo de ir embora?

As Estrelas

Graciosas, pequenas, sutis. Assim como o sol, as estrelas são estrelas. Mas são só estrelas. Podem ser conhecidas por constelações, ou mais tecnicamente ter nomes que diferencie uma das outras, mas isso está mais pros astrônomos.
Mergulhadas no infinito negro, as estrelas são humildes, se deixam ser admiradas. Não machucam os nossos olhos, nem ofuscam nossa visão. Nem sempre damos boa noite para elas, por vezes trocamos os pequenos pontos brilhantes pela luz do monitor do computador, da televisão, ou de alguma outra atração que chame mais a atenção dos nossos olhos. Sim, os nossos olhos continuam buscando por coisas “aparentemente grandes”.



 As estrelas são tantas... que se o Criador tirasse uma lá de cima, ninguém sentiria falta. Nem por isso elas deixam de brilhar. Elas não se preocupam se uma ta brilhando mais, elas continuam brilhando... As estrelas são obras do Deus detalhista, que fez cada uma com perfeição, mesmo sendo inúmeras.

 O ano que...

Se finda pode não ter sido como você quis. Afinal, talvez você não tenha tido a “vida nova”.
Mas nem por isso ele foi em vão. Ficamos mais velhos, algumas coisas podem ter se desgastado... Mas Deus não envelheceu muito menos as promessas Dele se desgastaram.

Talvez você tenha esperado que Deus lhe desse um Sol, e nem se deu conta que Ele te entregou algumas estrelinhas.

Não podemos nos motivar por um calendário. Todo dia você pode começar, todo o dia você pode buscar uma vida nova!

O ano que...

Começa poderá ser diferente, desde que sejamos diferentes. Um calendário não tem o poder de transformar as pessoas, mas as pessoas podem transformar os dias.

A intimidade com Deus, despreocupação, humildade fará você observar as estrelas.

Principalmente as estrelas que Ele tem te entregado, e quem vêm em forma de “pequenas bênçãos” que a nossa natureza humana, por vezes, nos faz acreditar que foi coincidência, sorte, bobeira.  Afinal, quem se preocupa em receber só o “sol” NUNCA poderá ver as “estrelas”!

Deus é GRANDE, e trabalha também nos detalhes.
Se é preciso 365 dias para Deus me moldar uma estrelinha, valeu a pena, valerá a pena.
De estrelinha em estrelinha minha vida se enfeitará, sua vida se enfeitará.

Que em 2012 juntemos várias estrelinhas, e principalmente: que mantenhamos acesas as que nos foram confiadas,  que o calendário não nos cegue, pois o tempo de Deus não é medido em dias, meses, anos. O tempo de Deus é o tempo Deus! Paremos de olhar para o relógio, vamos nos voltar ao Criador do tempo.

Dedico esse texto á Matheus Motta, Priscila Caren, Pastor Xisto, Maria Eunice e toda a equipe do Ser Cristão É... Umas das estrelinhas que JESUS me deu em 2011. Que continuem brilhando! 

Essas são as minhas considerações finais. Beijinhos com mel.

Eclesiastes 4:9 “Melhor é serem dois do que um...”


O casamento é uma instituição Divina. No primeiro livro da bíblia Deus já diz: “Não é bom que o homem esteja só” (Gênesis 2:18).
Deus conhece o nosso coração, Ele sabe que precisamos de uma mão para segurar, um ombro para encostar a cabeça, alguém que nos faça rir, que enxugue as nossas lágrimas... Um motivo para se alegrar, um apoio que nos ajude a ficar em pé... Alguém que nos faça sentir aquele friozinho na barriga, que faça o nosso olhar brilhar... Um contato na agenda chamado “amor”...  Enfim, Deus sabe que precisamos disso!



A ausência dessas sensações causa uma carência ao indivíduo, afinal, quem pode ser  feliz sozinho?

Mas afinal, qual o caminho ideal para ter um relacionamento bem sucedido? Como encontrar a pessoa certa? Como ser a pessoa certa?

Todas essas perguntas são respondidas com um único versículo:

“Um cordão de três dobras não se rompe” – Eclesiastes 4:12

Ainda não está claro? Então vamos voltar às perguntas e respondê-las individualmente.

Qual o caminho ideal para ter um relacionamento bem sucedido?

JESUS é o Caminho, a Verdade e a Vida.

Seja para conquistar o que for só há um caminho a percorrer. Então, antes de estarmos preocupados em buscar a coisa certa, precisamos analisar se estamos caminhando na estrada certa.

Enganam-se os que pensam que JESUS é caminho somente para ir pro céu.  JESUS é o caminho que nos guia em tudo aqui na terra. Não tem como estar bem sem estar no caminho certo!

Como encontrar a pessoa certa?



Sabemos que quem busca a Deus e o Seu Reino em primeiro lugar terá todas essas coisas acrescentadas. O casamento é sonho do coração de Deus. Porém devemos buscar primeiro a Ele, não esse sonho. Desta forma, só vive esse o sonho de Deus quem O busca em primeiro lugar. Enquanto estamos empenhados em buscar o Reino do Grande Rei e edificar a nossa fé, o Grande Rei se empenha em nos levar a bênção.

É um encontro que ocorre naturalmente. O filho está indo pelo Caminho Jesus, buscando Deus acima de todas as coisas, e Deus está na outra extremidade enviando a bênção. Não tem como a bênção e o abençoado não se encontrarem!


Como ser a pessoa certa?

Muito se ouve por aí, e em alguma ocasião nós mesmos já dissemos:
“Estou esperando a pessoa certa”, mas e aí... Será que estamos sendo a pessoa certa?
Será que o nosso coração está florido, perfumado e organizado para abrigar alguém?


 Se você está caminhando pelo Caminho certo e Buscando o Grande Rei, a sua bênção chegará! Mas isso requer um tempo, e você precisa esperar (quem lembrou do Eu Escolhi Esperar aí levanta a mão \o/), pois bem, “Esperar é caminhar” quem segue o @EscolhiEsperar no twitter já ouviu essa frase.

Esse tempo de espera é o tempo que você tem para edificar a si mesmo, colocar o seu coração em ordem e se tornar a pessoa certa!

No mês de novembro, tivemos aqui em Campo Grande – MS o movimento Eu Escolhi Esperar, com a ministração do melhor em esperar e Pastor Nelson Junior, ele nos trouxe uma palavra que para mim, foi a que mais marcou:

“Casamento é: corpo, alma e espírito. Esses três elementos precisam estar em harmonia. Um casal precisa estar ligado totalmente.  Se não estiverem ligados espiritualmente estarão em falta um com o outro. ”

Estar ligados em Espírito é estar andando pelo mesmo caminho. Afinal, como você terá um parceiro de caminhada, se cada um ta indo pra um caminho?
DEUS é o primeiro elemento do casamento. Por meio Dele, no Caminho que é Jesus, Príncipe e Princesa se encontram.

Já reparou que é por isso que os casamentos se dissolvem?  A maioria dos casais estão em harmonia somente em corpo e alma, ausentes de Deus.

E o versículo tema do texto, entra aonde?

Ora, se um casal é formado por duas pessoas, Deus é o terceiro ... ou melhor, o PRIMEIRO elemento que constitui o Cordão de Três Dobras.



“Um cordão de três dobras não se rompe” – Eclesiastes 4:12

Assim, um casal completamente ligado, andando no mesmo Caminho, tendo Deus como primeiro elemento no casamento estão juntos até que a morte os separe.

Príncipes e Princesas sejam pacientes, e não tentem pegar um atalho. A bênção virá por um único Caminho, não desvie do Caminho e a bênção chegará a vocês.


No mais, recomendo que sigam o @EscolhiEsperar no twitter e acompanhem o site: http://euescolhiesperar.com/  Lá outros príncipes e princesas se fortalecem percorrendo o Caminho que é difícil, mas é o que mais vale a pena no final. 







Deus não faz absolutamente nada à toa. Tudo o que Ele faz tem um propósito e uma razão de ser. Com isso em mente, vem a pergunta: por que Deus decidiu escolher logo um cordeiro para prefigurar e simbolizar Cristo? Por que Jesus é o Agnus Dei, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo? Por que não o texugo de Deus, o avestruz de Deus, a jaguatirica de Deus ou o camelo de Deus? Afinal, quando o Senhor transmitiu ao povo de Israel a Lei e instituiu o sacrifício levítico como um tipo daquele que haveria de vir tinha à disposição uma vasta fauna. Uma opção seria até mesmo o leão, visto que o Messias é o Leão de Judá. Faria sentido. Imagine: cada pecador teria de sacrificar um leão, demonstrando seus méritos de caçador para aprisionar a fera e levá-la até o templo. Seria um preço e tanto para expiar os pecados. Mas não, o animal escolhido como símbolo maior de Jesus foi… o insosso cordeiro. Por quê?

Depois de alguma reflexão e de analisar diferentes passagens da Biblia, conclui-se que a escolha provavelmente foi feita pelo caráter manso, pacífico e obediente desse animalzinho. Isaias 53.7 infere isso: “Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca”. Ou seja: o cordeiro é um animal calmo, que não revida, não ofende, não ataca, não agride.  Em resumo: é um animal que não exprime raiva.

Ah, que percepção magnifica! A própria essência do Salvador é antirraivosa. É plácida. É uma essência de amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, domínio próprio e… mansidão – que é o fruto do Espirito. E todos nós sabemos que devemos ser imitadores do Mestre. Que devemos ter o caráter de Cristo. Se por um lado essa percepção é fantástica, pois nos leva a perceber o que Deus quer que sejamos, por outro lado é assustadora, pois nos faz ver o quanto a noiva do Cordeiro está distante do que Deus quer que sejamos. Isso porque temos vivido uma crise crônica de… raiva.

Sim, a Igreja de Jesus Cristo está com raiva. Muita raiva. Eu e você nos tornamos pessoas raivosas e valorizamos a raiva como uma suposta virtude cristã. “Imagina, Mauricio”, você poderia dizer, “eu não sinto raiva, a Igreja não sente raiva, que exagero”. Mas fato é que o cheiro de raiva paira no ar do templo.

Pense em quem são os líderes cristãos mais visíveis no Brasil atualmente. De um lado temos
pastores na TV que gritam, esperneiam, cospem, agridem, ofendem, batem na mesa e transpiram toda sua testosterona. De outro lado temos aqueles que criticam esses mesmos pastores e se referem a ministros de Deus como “bundões”. Há ainda aqueles que para defender a liberdade religiosa vão a programas de auditório e organizam manifestações com agressões verbais e bate-bocas com pessoas não-cristãs que defendem o pecado. Vemos ainda conclamações enfurecidas do povo de Deus a lutar contra legislações que desaprovam (como se esse fosse o papel da Igreja). Vemos também guerras internas em denominações pela disputa de poder e cargos, em que sacerdotes são vistos em vídeos no youtube em discussões enraivecidas com outros sacerdotes, com ofensas rábicas pelo twitter. E por aí vai.

Por falar em youtube e twitter, basta gastar algum tempo nas redes sociais que você verá pastores que falam o tempo todo de amor, mas usando um discurso extremamente raivoso  para defender o seu ponto de vista sobre Deus e a Igreja. Nunca vi tanta raiva sendo destilada em nome do amor. “Amemos uns aos outros, seus imbecis”, é só o que falta algum desses líderes postar no twitter. “Nós somos os da graça e os outros os da religião”, alfinetam outros. E assim segue a Igreja nas redes sociais, com litros e mais litros de raiva inundando nossos computadores.

E lógico que com líderes assim a membresia acaba se contaminando. Achando que é isso aí. Que esse é o caminho. Que botar pra quebrar e sair arrebentando é o papel do cristão. É só passar mais um tempinho surfando pelas redes sociais e alguns blogs de maior expressão no meio evangélico para ver que cada um defende aquilo em que crê não pela exposição de argumentos calmos, racionais e lógicos em favor daquilo em que acreditam, mas sim com ataques raivosos a pessoas, teologias e ideias de que discordam. A Igreja não está usando das ferramentas bíblicas para defender suas posturas e crenças, mas sim armas do mundo: a ofensa, a agressão, a ironia, o sarcasmo, os ataques. Raiva!

Com isso, nós desvirtuamos completamente a missão. Nos desviamos do que Cristo espera de nós. Não fazemos uso do exemplo de Jesus, pelo contrário: parecemos mais integrantes da juventude hitlerista ou da Ku Klux Klan em nosso comportamento público do que da Igreja do Cordeiro que se entregou em silêncio, que deu a outra face, andou a segunda milha. E com isso nos tornamos mundanos e pagãos.
 

Recentemente publiquei aqui no APENAS um post raivoso. Deixei-me  contaminar pelo espírito  que tem predominado nas discussões teológicas e nas redes sociais entre os cristãos. Mea culpa. Mas no dia seguinte reli o que tinha escrito e vi o quão distante da proposta de Deus para nós estava meu texto. Ao desabafar, me deixei contaminar por essa nuvem da raiva que paira sobre programas de TV evangélicos, blogs e redes sociais… e pequei. Cometi o pecado da raiva. Senti-me torpe. Diante disso, pedi perdão ao Cordeiro e deletei o post.  Peço perdão também a você que me lê por ter somado minha raiva momentânea a esse tsunami de rancor e ira que tem varrido os rincões evangélicos. Pois não quero ser como esses cristãos raivosos. Não quero usar as armas do mundo. Quero ser manso e humilde de coração, servindo de exemplo para o mundo e não sendo visto como igual a ele. Não sou perfeito, mas quero caminhar para cada vez mais ser uma ovelha do Cordeiro e não um gladiador da fé.

Por isso decidi me afastar um pouco do twitter. Senti a necessidade de voltar à retaguarda, me recompor, lembrar do ponto onde caí e retomar a estrada da paz. Sair do burburinho, da multidão de vozes, para respirar fundo, ouvir o vento, o pulsar do coração e o cicio calmo do Senhor. O murmurejo do Cordeiro. Tenho falado menos e me contentado a levantar minha voz aqui no mosteiro do APENAS. E tem sido bom, pelo menos por enquanto.

A Igreja tem que repensar seu tom de voz. Tem de escolher melhor as palavras. Precisamos usar mais a gentileza. Desistir da ironia e do sarcasmo. Aí sim eu e você estaremos começando a ser menos parecidos com apresentadores de programas vulgares de auditório e mais parecidos com Cristo. Não me interessam telepastores agressivos. Não me interessam líderes que falam de graça mas chamam outros cristãos de “bundões”. Não me interessam líderes que acusam a igreja institucional de não ter amor e para isso exalam raiva para todos os lados do twitter. Não me interessa o bate-boca amargo e arrogante de cristãos nas redes sociais. Não me interessam leões. Me interessa o Cordeiro. Quero aprender com Ele e, cada dia mais, me tornar um bem-aventurado pacificador. Suave com o próximo. Carinhoso sem deixar de ser firme. Falar a verdade em amor. E argumentar com o próximo como gostaria que argumentassem comigo. Mesmo que isso me custe as duas faces doloridas e os pés feridos por andar uma milha a mais. Essa é minha meta.

Jesus saiu da Cruz cuspido, nu, ofendido, machucado, transpassado e humilhado por uma multidão de pessoas raivosas. Mas saiu plenamente vitorioso. Com raiva? Creio que não. Pois, senão, teria saído plenamente derrotado. E você, como tem se comportado? Como o Cordeiro diante de seus algozes ou como os algozes diante do Cordeiro?
Paz a todos vocês que estão em Cristo.
Cedido gentilmente pelo amigo Maurício Zágari, editor do blog 'Apenas'.



Hoje estão comemorando o “Dia do Evangélico”. Só no Brasil estima-se que existe cerca de 57 milhões deles. Muitos estão comemorando essa data. Eu me recuso, até porque na bíblia não existe o termo "EVANGÉLICO".

Quem segue a Cristo é Cristão, não existem outros rótulos! As pessoas se unem quando lhe são convenientes. Hoje pra mostrar a força dos EVANGÉLICOS todos estão falando a mesma língua, mas é só olhar em volta, e podemos ver esses mesmos brigando entre si. Cada um tem a sua doutrina, e a considera como a única e certa. Brigam por causa de teorias, canais de TV, vendem os dons de Deus, seja pregando ou cantando. Fazem dos púlpitos um comércio e por aí vai a discrepância.

É MOTIVO DE SE COMEMORAR? O FATO DE CRISTO SER DIVIDIDO? 

Em 1 Coríntios 1:13 diz:

“Acaso está Cristo dividido? Foi Paulo crucificado por vós? Ou fostes batizados em nome de Paulo?”



Sempre que apontamos um erro aparece alguém para falar que estamos JULGANDO. Mas fazer vista grossa é HIPOCRISIA. Apontamos um erro a fim de que haja um despertamento. Devemos sim, nos unir, detectar os erros, mudar, transformar, refazer. Não há motivos para se comemorar, não apenas um “dia”, e sim Todos os nossos dias que são do Senhor Jesus Cristo! A Ele toda a honra e toda a glória!






Posso dizer com convicção que todos nós já desapontamos a Deus de alguma forma. Hipócrita é aquele que diz nunca ter pecado:

1ª João 1.8: Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós.

Ao mesmo tempo, a Palavra também afirma:
1ª João 3.9: Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.

Contradição? Claro que não. Entre as duas situações que os textos mostram, acredito que haja uma divisória que vou chamar de "sensibilidade". Segundo o dicionário, sensibilidade é "a capacidade de receber e responder aos estímulos". Trazendo para nosso contexto, ser sensível ao Evangelho é abrir a Palavra e ler os Evangelhos de Cristo, conhecer Sua vida, Sua perfeição, e ver o quanto somos maus, errados, o quanto precisamos agradecê-Lo por Sua Graça em nossa vida...

A parábola do jovem rico é um exemplo de como podemos perder essa sensibilidade. Jesus sabia de seu apego aos bens materiais e lhe propôs: dá teus bens aos pobres e me segue. Ele queria seguir o Mestre, mas seu amor ao dinheiro o tornou insensível ao chamado Dele. Muitas vezes agimos como o jovem rico, deixando que as coisas terrenas nos tornem insensíveis e frios a Palavra. Ser sensível ao Evangelho é assumir a imperfeição, ao mesmo tempo em que se assume a necessidade da misericórdia do Senhor.
1ª João 5.16: Se alguém vir a seu irmão cometer pecado não para morte, pedirá, e Deus lhe dará vida, aos que não pecam para a morte. Há pecado para morte, e por esse digo que não rogue.

Não se pode concluir o que é um pecado para a morte. Penso que esse pecado pode ser a perda da sensibilidade a voz de Deus. Muitos estão assim, tendo suas consciências cauterizadas pela teimosia. O Espírito Santo já não encontra lugar aonde chegar e falar: "Meu filho, não é por aí. Você está num caminho de morte. Sai dessa, para com isso, para de abusar da misericórdia de Cristo".

O texto fala que eles estão mortos. Seus corpos podem até continuar vivos, mas seu Espírito morreu. Já ouvi histórias de homens que glorificaram a Deus pelo câncer que tiveram, pois só assim, no leito da morte, voltaram a escutar a Voz de Deus. Seus corpos morreram, mas seu espírito teve uma última chance de tornar a viver. Não abuse da misericórdia. Seja sensível ao Evangelho.

Escrito por 

 Jesus nos ensinou a amar. A orar por quem nos faz mal. A abençoar quem nos amaldiçoa. A fazer o bem aos nossos inimigos. Jesus nunca ensinou a ofender pessoas. O Sermão do Monte é a epítome disso. Mas, por outro lado, Jesus sempre – desde os 12 anos de idade, quando no templo trocava ideias com os sacerdotes, até sua ascenção ao Céu – debateu ideias, conceitos sobre a fé, as formas de comunhão e muitas questões relativas ao Reino de Deus e sua Igreja. Seu objetivo sempre foi edificar. Ajudar. Melhorar. Pôr pra cima. Jesus nos ensinou com o bom samaritano que por mais que alguém seja diferente de nós em seus conceitos e preconceitos devemos tratá-lo bem, cuidar de suas feridas, gastar o que é nosso para ajudá-lo – no caso da parábola, dinheiro, no nosso caso… tempo? Paciência? Aconselhamento? Horas ao telefone? Um ombro amigo? Orar por DDD, se for o caso? O que for. É um exemplo que procuro seguir. Sou imperfeito, muitas vezes não consigo fazer, erro mais do que acerto, mas sigo tentando. E entendo que essa é uma meta para todos os cristãos. Mas, com base no que Cristo fez e ensinou, procuro, do meu modo falho, humano, pecador e capenga, atingir essa meta.
Infelizmente, muitos cristãos em nossos dias ignoram isso. Tendo como ídolos telepastores que são extremamente agressivos e atacam pessoas nominalmente, ou então pastores revoltados que em seus programas na internet destilam sua ira chamando outros pastores de “bundões”, ou ainda outros péssimos exemplos de liderança, legiões de cristãos por todo o Brasil começaram a achar que isso é o certo, o modelo, o exemplo, o padrão bíblico, o ensino de Jesus: ofender, xingar, ironizar, rotular, depreciar, agredir e atacar outros cristãos com frases-feitas ou termos ofensivos pelo simples motivo de que seus irmãos enxergam a fé e o modo de vivê-la de modo diferente do seu. E isso está errado. Biblicamente, muito errado. Pela razão que mencionei acima: vai na contramão do que Jesus ensinou. Basta ler Mateus 5-7 para saber disso.
Eu tenho opiniões e posições sobre a nossa fé, sobre a Igreja, sobre seus movimentos, sobre formas de culto, sobre milhões de coisas relativas a aquilo que se relaciona ao Alicerce da minha existência, que é a Videira Verdadeira, Jesus de Nazaré. Você também tem. Eu tenho direito a ter e você também. E, com toda certeza, a quase total maioria dos cristãos com quem você vai esbarrar ao longo da vida vai discordar de você sobre muitos aspectos da nossa fé. Provavelmente nenhum concordará 100% com o que você crê. Isso acontece e aconteceu entre milhões e milhões de cristãos, desde os apóstolos até os nossos dias. Sempre será assim. E, infelizmente, é até previsível que seja desse modo, pois eu e você somos humanos e temos visões particulares sobre a vida.

E qual é o problema?


Chegamos então ao problema (e é um problema grave): como lidar com isso? Bem, cada um lida de seu jeito, de acordo com sua maneira de ser, seu temperamento, a qualidade de sua intimidade com Cristo, sua educação e por aí vai. Eu tenho a minha maneira, que aprendi com o tempo, a maturidade, com ensinamentos de pessoas que me discipularam, que aprendi lendo a Biblia em vez de ficar vendo no Youtube pregações de pastores raivosos, que formulei tentando (tentando, afirmo!) imitar o modus operandi de Jesus: argumentar com ideias e conceitos, sem citar nomes. Sem ofender diretamente pessoas, mas questionando ideias que elas tenham e que sejam questionáveis. Já cometi esse erro no passado e é algo que espero não repetir.


Se eu e você somos cristãos, discordamos de algo e por isso faço uma crítica a você, você vai saber a que me refiro, mas não vou te expor. Posso e vou muitas vezes discordar abertamente, num post deste blog, por exemplo, se achar que essa discordância (anônima quanto a quem você é) pode vir a edificar vidas e levar irmãos na fé a uma reflexão que lhes fará bem espiritualmente. E aí você faz  o que quiser com minha crítica e minhas ideias: joga no lixo, empurra pro lado ou, quem sabe, aquilo que eu falar poderá levar você a pensar sobre possíveis desvios que esteja cometendo e o que digo te ajudará a ser um cristão melhor, mesmo que não te mude completamente. E vice-versa, pois não sou perfeito nem nunca serei. Mas é o que temos de fazer, simplesmente por ser o que a Biblia nos ensinou: exortar-nos em amor. Nosso debate (educado e sem ofensas, de preferência, como ensina a Bíblia) pode nos ajudar também a edificar melhor a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo em todas as suas centenas de facetas.

Coisas horrorosas


Mas, infelizmente, o que tem havido entre os cristãos (e aqui fujo de propósito de qualquer rótulo ou clichê a respeito do tipo de sua devoção, de sua denominação etc) é que suas ideias estão sendo defendidas com agressões. As mídias sociais (twitter, blogs, facebook etc) têm sido um show de ofensas entre irmãos em Cristo. Leio coisas horrorosas, que me fazem ter vergonha alheia.  Leio com uma frequência absurda frases, indiretas, desabafos ou ataques que me enojam e entristecem enquanto cristão: muitos, para combater ideias de irmãos em Cristo das quais discordam usam de uma verborragia que não carrega em si nenhuma graça ou espírito de comunhão. Nenhuma, nenhuma, nenhuma. Seguem um caminho que da graça de Deus não tem nem o cheiro.


Pois o que fazem? Reproduzindo o péssimo exemplo desses pastores que ofendem homens de Deus dos quais discordam chamando-os de nomes como “bundões”, esses tais cristãos, quando veem outros cristãos (repare, ambos são cristãos! Membros do mesmo Corpo!) discordarem de suas visões sobre como a vida de fé deveria ser, começam com ofensas gratuitas. Chamam cristãos que devotam suas vidas à causa de Cristo de “fariseus”,  fazem distinções generalistas e ofensivas como “eles, os da religião; e nós, os da graça”, segregam-nos em guetos como sendo “os religiosos” (num sentido ruim, pois ser religioso não é mal algum),  e usam outros termos aos quais se apegam para se justificar. E que repetem, repetem e repetem em contextos e de formas altamente pejorativas.
Essa é uma velha e manjada estratégia que quem já estudou Lógica conhece bem, chamada ad hominem. Ela estabelece o seguinte: se você não tem argumentos sólidos contra as ideias de alguém que discorda de você, ataquea pessoa. E isso, meu irmão, minha irmã, não leva a nada. Quem se alegra com isso? Creio que Deus não. E assim esses irmãos em Cristo seguem em frente, agredindo e ofendendo os que não são da sua patota ideológica – de um modo que não vai levá-los a lugar nenhum e agarrando-se a semânticas totalmente questionáveis, como “não somos uma igreja, somos uma comunidade”. Como se isso significasse grande coisa e fizesse grande diferença.


Existem muitas expressões de Cristianismo e suas vertentes. Católicos, ortodoxos, anglicanos, evangélicos reformados, evangélicos pentecostais, evangélicos neopentecostais, evangélicos tradicionais, evangélicos antievangélicos e muitas outras. Dentro desses grupos, há outras subdivisões de crenças e modos de agir: missão integral, igreja emergente, protestantes ortodoxos, calvinistas, arminianos… é um arco-íris enorme, que contém muitas formas de expressar a mesma coisa: uma vida com Cristo. E, em vez de as críticas que surgem uns aos outros (e tenho certeza que, se as críticas partem de um Cristão com “C” maiúsculo, com o objetivo de edificar e não depreciar, é para o bem da Igreja, das ovelhas e do Reino) serem edificantres e feitas em amor, muitos partem para agressões, para rotulações, para ofensas. Chamam seus irmãos de “fariseus” e coisas parecidas. Um caminho triste, sombrio, feio. O título deste post é, por isso, “Show de ofensas entre cristãos”. Oo original era: “Você é dos cristãos que ofendem ou dos que edificam?” Creio que é uma pergunta válida.
Leio no twitter retuítes (pq eu não sigo os agressivos, se vejo que entraram por esse caminho podem ser o mais famosos que forem eu simplesmente dou unfollow) de uns que se posicionam petulantemente como “os da graça”, falando tantos absurdos contra a Igreja tradicional (institucional, evangélica ou seja lá o rótulo que queiram colar na nossa testa) que sou levado da tristeza à revolta. O Corpo de Cristo está dividido, está se agredindo, se auto-mutilando. Benefícios disso? Taí, boa pergunta, não vejo nenhum. Ofender, pelo que entendo, é inútil. E, enquanto isso, almas estão indo para o inferno.


Eu prefiro estar entre os cristãos que debatem ideias. Com argumentos. Com Biblia. Com História. Com fatos. Não vou chamar um irmão em Cristo por quem Jesus deu sua vida de “fariseu” ou de “religioso” (no sentido de alguém que vive uma religiosidade de rituais vazios e nenhuma intimidade com Cristo) justamente porque tenho muito temor ao Senhor. Mas se eu vir que esse irmão está seguindo num caminho que eu entendo biblicamente como sendo perigoso para sua própria vida espiritual e que ele pode influenciar mentes néscias, que não tiveram muita chance de estudar a Biblia nem têm intimidade com Jesus, eu vou sim me posicionar sobre suas ideias. E posso ser incisivo nesse posicionamento, sem faltar com a educação. Porque aí estarei defendendo o rebanho do Senhor. Eu amo Cristo. Amo a Igreja. Amo as almas. E estou combatendo o bom combate, mesmo que nesse caminho leve algumas pedradas e seja chamado de “fariseu”. Aceito isso em paz, pois isso me inclui entre os bem-aventurados de Mateus 5.

 







Paz a todos vocês que estão em Cristo.
Cedido gentilmente pelo amigo Maurício Zágari, editor do blog 'Apenas'.

    No mundo em que vivemos, muitas pessoas tem divergências do que é ser feliz. Alguns acham que a felicidade consiste nos prazeres momentâneos, que, por um momento iludem com a sensação de felicidade. Outros associam a felicidade num simples sorrir, na aparência. NÃO! Ser feliz vai além de um sorriso, de uma alegria momentânea. Uma pessoa só é feliz por completo, quando realmente conhece a Jesus Cristo. Passaremos por lutas? SIM! Mas dEle virão as forças, e teremos mais vigor para suportar as tribulações que também servirão pra nos deixar mais felizes.
Como diz em Filipenses 4:4: Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.
Sendo assim, até mesmo nos momentos difíceis devemos estar firmes, confiantes nas promessas do Senhor e felizes não pelo que Ele nos possa dar, mas  felizes pelo que Ele é! A “felicidade” desse mundo é passageira, mas só com Jesus encontramos o sorriso real, a alegria duradoura. O sorriso que trazemos no rosto, não é, muita das vezes, o que realmente se mostra.   

Se você se sente fraco, a alegria do Senhor é a sua força! Alegrar-se no Senhor é ser grato pela vida!
  
Felicidade não quer dizer que você irá sorrir o tempo todo, ao contrário, chorar faz parte e faz bem. Mas as lágrimas que você derrama devem ser sempre para regar a sua fé. Momentos tristes virão, e você como cristão também pode ficar triste, mas jamais ser uma pessoa infeliz. A tristeza faz parte da vida, da nossa condição de pecadores, herança de Adão. Mas por Cristo e com Cristo a esperança ressuscitou... e o que era morte se tornou vida, o que era tristeza se tornou felicidade, o que era luto se tornou festa, o que não era agora é, e o que se perdeu reencontrou o caminho! Motivos para ficar triste existem muitos. Mas o seu Deus é maior que todos eles!


Fiquem na fé,
Pregadora Luz / Fernanda



    Liberdade! Quem poderá conceber a excelência expressa nessa palavra se não aqueles que já sentiram na pele a terrível experiência de uma prisão? Imagine ter sua liberdade confiscada e subjugada por uma cela de poucos metros quadrados. Que horrível sensação! É bem provável que nem todos os leitores tenham provado das grades de um cárcere fisicamente, mas a grande verdade, é que existem grades não tangíveis, porém, com uma capacidade de aprisionamento tão horrível quanto às palpáveis. São circunstancias decorrentes do mundo, que muitas vezes podem aprisionar nossas melhores virtudes. Vejam alguns exemplos.
 
*As ameaças de um pai autoritário e agressivo, por exemplo, podem aprisionar a espontaneidade natural de um filho por toda sua infância.
*A baixa-estima decorrente de chacotas e piadinhas escolares pode aprisionar a capacidade de relacionamento de um adolescente, que conseqüentemente poderá ser uma pessoa introspectiva pelo resto da vida.
*O uso de drogas e bebidas podem aprisionar a saúde psíquica de uma pessoa, lhe fazendo escrava do seu vicio que dominará as suas ações e emoções.
*A dolorosa experiência de uma traição pode aprisionar a confiança de uma pessoa, lhe deixando totalmente incapaz de confiar novamente, ao ver todas as pessoas como sendo indignas de merecer sua confiança.
*Alguns veículos da mídia, como a televisão, por exemplo, (que eu considero uma das maiores prisões do século XXI) podem aprisionar a mente de uma pessoa em muitos aspectos, porque aquilo que ocupa maior parte do seu tempo é o que vai formar os alicerces do seu caráter.


    Mas para todos os cárceres que procedem do mundo, não importando qual sejam as cadeias que possam aprisionar você, Jesus, O Justo Juiz de nossas almas, faz um convite para sua liberdade: Vinde a Mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque Sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve. Mt.11:28, 29 e 30  Desfrutar da Liberdade Em Cristo... Quem pode resistir tamanho convite de Graça?!

 
    Por outro lado, nós, que pela Graça, chegamos ao conhecimento da verdade pela Palavra de DEUS, sabemos que existe a prisão da alma pelo cárcere do pecado, a qual herdarmos da desobediência de Adão (ver Rm.5:18), e que todos nós andávamos aprisionados no tempo da ignorância, pois todo o que comete pecado é escravo do pecado. Jo.8:34 Agora, porém, tendo o pleno conhecimento da verdade, sabemos que, pelo sangue de Cristo, que é suficiente para remover toda condenação do pecado, temos acesso a liberdade, como está escrito: Se, pois, O Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. Jo.8:36 e também: Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para O Reino do Filho do Seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados. Cl.1:13 e 14
    Diante de tão grande salvação, seria possível ainda existir prisões no âmbito cristão? De acordo com a passagem de 2Co.3:17 não! Ora, O Senhor É O Espírito; e, onde está O Espírito do Senhor, aí há liberdade. Perceba que a liberdade é um atributo do Espírito, e sendo assim, todo aquele que professa ser cristão deve ser livre! Talvez você esteja se perguntando onde quero chegar com essas afirmações, mas o tema em questão, é que muitas heresias e doutrinas humanas têm aprisionado a liberdade e a alegria de muitos irmãos. Muitos cristãos se contentam em apenas escapar da condenação do inferno, mas nunca desfrutaram da vida em abundância em Cristo Jesus (ver João 10:10). Talvez, sua liberdade também possa estar sendo sutilmente confiscada por esse “evangelho” deturpado que andam propagando por aí; mas julgai você mesmo (não segundo os seus próprios conceitos, porque enganoso é o coração humano. Jr.17:9, mas segundo a veracidade da Palavra de DEUS) o legalismo que tem se disseminando no âmbito cristão e, a partir daí, à luz da Palavra, tire suas próprias conclusões.

    Quando falo em legalismo, me refiro àqueles que acreditando estar investidos de poder, tornam legal o que é ilegal (isso no âmbito cristão). São os legalistas, cuja doutrina baseia-se na teologia do JESUS +...  Vejam alguns exemplos.

    *JESUS + CONTRIBUIÇÕES: ­­­­­ ­Você tem contribuído com o máximo que pode, tem dado o seu melhor para Jesus?
    *JESUS + ­IGREJA: Você tem freqüentado todos os cultos e se envolvido em todos os eventos da igreja?
    *JESUS + DOGMAS: Quando você se batizou, a água era parada ou corrente? Quente ou fria? Acima ou abaixo da cintura?
    *JESUS + MISTISSISMO: Você tem rezado o terço? Tem rezado a Maria e a todos os santos?
    *JESUS + MISSÃO: Você trouxe quantas pessoas para igreja este ano? Ganhou quantas almas para Jesus?
    *JESUS + TRADIÇÕES: Você se criou na igreja? Conhece nossos costumes? Seus pais são da igreja?
    *JESUS + IGNORÂNCIA: Você já foi batizado com o Espírito Santo? Fala em línguas? Já foi arrebatado? Se não, é porque você não tem o Espírito. (Quanta insensatez!) 
    
    Como podemos observar, esse tipo de “evangelho” tem sido muito disseminando em nossos dias. Para eles, os legalistas, Jesus não é suficiente. Não que eles não creiam em Jesus, eles crêem, o problema é que eles não crêem somente em Jesus. Para eles, é como se o sacrifício de Cristo na cruz tivesse ficado incompleto, inacabado, e os legalistas (em suas próprias convicções) se dispõem a dar uma mãozinha! Sintetizando e verbalizando essa idéia, ficaria assim: - “Jesus, o Senhor fez um bom trabalho naquela cruz, mas NÓS vamos terminá-lo”! Para eles (os legalistas) não existe fim, eles sempre vão agregar alguma coisa ao sacrifício de Cristo, descentralizando O Salvador. Não existe liberdade, porque eles sempre aprisionam a alegria da salvação.
   
Queridos, a mensagem hoje é LIBERDADE! Que seu espírito possa ser livre Em Cristo Jesus, que mesmo no momento em que teve Sua liberdade reduzida aos pregos no madeiro, manteve o silêncio da convicção, porque sabia que Era Livre, no mundo em que Seus adversários eram os verdadeiros escravos. Que a alegria da salvação possa ser transbordante em nossos corações, a fim de Glorificar nesse mundo de tantas prisões, O nosso Único e Suficiente Libertador, porque assim está escrito: Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais de novo, a jugo de escravidão. Gl.5:1 e também: Por preço fostes comprados; não vos torneis escravos de homens. 1Co.7:23.




A todos, Graça e Paz da parte do nosso DEUS em Cristo Jesus!

                                                                                                                        Por: Gabriel Castro
   

Hoje eu ganhei um beijo que me ensinou muito mais do que muitas pregações acerca da minha caminhada de fé. Eu estava voltando do cabeleireiro, já de noite, quando vi um senhor numa situação complicada. Sacola numa mão, bengalinha na outra, eu o vi roçar em um muro de concreto coberto de hera (se você nunca teve essa experiência, saiba que dói bastante). Eu tinha hora, tinha prometido a minha esposa voltar logo para casa para dar banho em nossa neném. Resolvi entao ignorar aquele homem. Passei direto. Ah, uma informação que não poderia deixar de dar: ele era cego.

Como bom fingidor, continuei caminhando sem olhar pros lados. Mas aí ouvi um gemido. Olhei para trás e reparei que agora aquele deficiente visual estava encurralado entre um canteiro e a portaria de um edifício, sem saber que rumo tomar.  Como bom brasileiro, fiz o que todos nós fazemos: pensei “ah, vai, ele consegue se virar sozinho” e continuei meu caminho. Mas, três passos depois, resolvi olhar para trás de novo e notei que agora ele, desorientado, caminhava em direção a uma parede.

A calçada da minha rua está longe de ser um tapete. Na verdade, é quase um campo minado: tem buracos, postes, rachaduras e outras armadilhas. Aí aquele Espirito que vive dentro de mim pareceu dizer-me: “Ô Zágari,  toma vergonha na cara e vai lá ajudar o moço”. E quando o Homem fala, é melhor dar ouvidos. Resignei-me, parei, voltei e me dirigi a ele. Não porque eu quisesse, que fique bem claro, minha vontade era seguir meu caminho e ir dar banho na minha filhinha. Mas depois que eu fui comprado a preço de sangue… bem, minha vontade não me pertence mais.




- O senhor quer ajuda? – indaguei meio sem jeito, sem saber qual seria a reação daquele jovem senhor.

Para meu alívio, ele abriu um simpático sorriso e soltou um:

- Poxa, era tudo de que eu precisava agora.

Estendi meu braço direito, que ele tomou, e começamos a caminhar juntos. A conversa não foi muito profunda, basicamente se resumiu à pista se obstáculos que era aquela calçada. “Aqui tem um poste. Cuidado com o buraco. Espera um pouquinho que aqui a gente tem de se espremer. Olha o meio-fio” e coisas do gênero deram a tônica da nossa curta conversa até chegarmos à esquina, onde ele atravessaria para seguir por uma passagem subterrânea rumo a um shopping center do outro lado da avenida. Detalhe: eu estava em frente ao meu prédio. Pensei em me despedir ali e subir para o conforto do meu lar,  mas, contra a minha vontade, aquele Espírito, de modo bem inconveniente,  novamente me deu um cutucão: “Zágari, deixa de ser comodista e leva ele até a passagem subterânea, não está vendo quantos tapumes tem aí!”. E era verdade. Uma obra da companhia de gás desconfigurou a calçada e, apesar de aquele senhor cego ter me dito que estava acostumado a circular por aquela região, certamente teria dificuldade para chegar à passagem subterrânea. Coisas que o governo não pensa na hora de fazer uma obra, mas deixa isso pra lá.

Resolvi então atravessar a rua com ele. Esperei abrir o sinal, atravessamos e o levei até o inicio da ladeira de descida.

- Daqui o senhor segue bem?

- Ah, fica tranquilo, agora daqui pra frente é moleza pra mim – sorriu ele. E, sem que eu esperasse, completou: – Qual é o seu nome?

- Mauricio – respondi.

Foi então que ele me surpreendeu com muito mais do que o automático “obrigado” que eu esperava. Ele segurou meu braço com as duas mãos e deu-me um beijo no ombro. E disse:

- Obrigado, Mauricinho, meu nome é Celso. Fica com Deus, viu.

Não tenho nem certeza se ele ouviu eu balbuciar um “o senhor também…” antes de prosseguir seu caminho.

Eu estava apenas querendo voltar logo para casa depois de cortar o cabelo. E acabei recebendo um beijo inesperado que transformou minha noite, que seria apenas mais uma entre tantas noites comuns,  numa noite profundamente cristã. Sem ter percebido, e até meio a contragosto, eu tinha ajudado Jesus de Nazaré a caminhar por uma calçada irregular, a atravessar a rua e a chegar ao seu destino.

“O Rei responderá: ‘Digo-lhes a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’.” (Mateus 25.31-46)

Há muitos Celsos por aí, apenas esperando um “o senhor quer ajuda?” para fazer de você um cristão melhor. E, ao final, te dar um beijo que tem gosto de culto a Deus.


Paz a todos vocês que estão em Cristo.
Maurício Zágari
 
Cedido gentilmente pelo amigo Maurício Zágari, editor do blog 'Apenas'.


Satisfação e alegria nesse primeiro texto feito para o blog. Até aqui nos ajudou o Senhor.



Ser Cristão não é um título.
Ser Cristão não é obter para si nenhuma condição de superioridade, pelo contrário, ser cristão é ser humilde e aprendiz de um eterno ensinamento que sempre nos acrescenta em algo. Compartilhar
as experiências com os outros é a nossa obrigação, já que Deus se revela a cada um de maneira diferente, se juntarmos o pouco que sabemos seremos muito mais do que se assumirmos uma postura individualista e auto-suficiente.

Quando se fala em Cristo logo me vem a mente a palavra AMOR. E esse amor é ilimitado, sendo impossível descrevê-lo completamente em apenas um texto.
Os dois primeiros mandamentos deixam bem claro a importância do amor no Evangelho, sendo o amor a Deus mais importante que todas as coisas, e o amor ao próximo o que sentimos por nós mesmos. É um conjunto onde um depende do outro. Não se pode amar ao próximo se você não ama a Deus, não se pode amar a Deus se você não ama ao próximo, não se pode amar ao próximo se você não ama a si mesmo!
Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. 1 João 4:8 Por isso o mundo se esfriou em amor: o pecado afastou as pessoas de Deus.
Amor é renúncia, e “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...
João 3:16.”


O amor não espera nada em troca. E aí está o segredo: Amar sem esperar ser recompensado. As pessoas  se frustram porque amam algo/alguém acima de Deus, mais que a si próprias, esperando ser preenchidas recebendo a mesma medida desse “amor”. Ao inverter as ordens e dosagens, o que era pra ser um amor puro, se torna um “amor” sem Deus, doentio e mortífero. O amor entre aspas é o amor fora de Deus.
Da mesma forma que Deus nos deu o amor, o mundo nos apresenta outra versão de “amor”, em que os valores são invertidos e o caminho bem mais fácil. O amor entre aspas mata, machuca, ignora, se vinga, magoa... o “amor” sem Deus é fonte de desgraça... Porém, o amor em Deus é fonte de vida eterna.



Quando estamos em Cristo amamos o próximo automaticamente, desejando que este prove da mesma novidade de vida que nós. Só quem está em Deus  sente um desejo imenso de se dedicar a exalar o perfume desse amor verdadeiro pelo mundo.
Ser Cristão é amar por naturalidade. Praticando esse amor a terra verá quão Grandioso é o nosso Deus.
Sugestão de leitura: 1 Coríntios 13




 
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