COLUNA DA MARI!!!!!
Unir uma alma a outra é não
se importar com os avessos do coração, sempre haverá um ponto de acordo. Não se
importar com os desapontamentos, sempre
haverá um ombro para recostar, um colo pra chorar e mãos para ajudar.
No coração de um verdadeiro
amigo existe o zelo em não poupar a verdade, em não encobrir erros e nunca, nunca faltar o perdão. Uma frase que muito me
emocionou, foi dita, ironicamente, por um “burro” no filme “Shrek” em resposta
a seguinte pergunta do Ogro: “Se eu te trato tão mal, por que você ainda está
aqui? O Burro responde: “Porquê é isso que os amigos fazem. Eles se perdoam.”
Quanto a mim, quero
Cativar. Sentar-me cada dia mais perto de meus amigos. Ser paciente, fazer com
que a vida deles se encha de sol e que conheçam um barulho de passos diferente
dos outros. Entender que eles são únicos no mundo e que eu tenho necessidade de
cada um. Guardar comigo o segredo de que o essencial é invisível aos olhos e
que o tempo que eu perdi com eles é que os fez tão importantes. E depois de ter
cativado, me torno eternamente responsável por eles, afinal, são amigos, e
nem todos têm amigos, muito menos eu. (O Pequeno Príncipe).
Existe um Deus que quer a sua vida por
inteiro, sem reservas. Seus sentimentos, suas afeições, sua consciência, seu
pensar, seu falar, suas intenções. Queridos, entendam que se o Senhor não
edificar a casa, em vão trabalha o construtor. Se o Senhor não guardar a
cidade, o sentinela não é protetor. Será inútil levantar de madrugada, será
inútil comer o duro pão de cada dia. Busque primeiro o reino de Deus. Entrega
Teu caminho ao Senhor, confia n’Ele e o mais Ele fará. Aos seus amados ele o dá
enquanto dormem.
Foi, pois, Jesus seis dias antes da
páscoa a Betânia, onde estava Lázaro, o que falecera, e a quem ressuscitara
dentre os mortos. Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia, e Marta servia, e Lázaro era
um dos que estavam à mesa com ele. Então Maria, tomando um arrátel de ungüento
de nardo puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus, e enxugou-lhe os pés com
os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do ungüento. Então, um dos seus
discípulos, Judas Iscariotes, filho de Simão, o que havia de traí-lo, disse:
Por que não se vendeu este ungüento por trezentos dinheiros e não se deu aos
pobres? Ora, ele disse isto, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas
porque era ladrão e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava. Disse, pois,
Jesus: Deixai-a; para o dia da minha sepultura guardou isto; Porque os pobres
sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes.(João 12:1-8)
Enfim, os Apóstolos podem inspirar nossas vidas de forma grandiosa. Mas quero aqui me atentar por um apóstolo pouco lembrado, ou melhor, nada lembrado no âmbito da Inspiração: “JUDAS ISCARIOTES”. O que? Juuudas? Judas foi um patife, um gatuno, um pérfido, Adriana! É sobre Judas mesmo? Bem, ele também foi um apóstolo, ele também foi escolhido por Jesus e como os outros quis segui-lO. Sendo assim, falaremos sobre ele.
Nossas Expectativas se desvanecem e deixamos de olhar para o Autor e Consumador da nossa fé. Começamos a questionar em nosso coração o amor de Cristo por nós, afinal, seguimos a Ele, e Ele nos deve uma vida perfeita. Mas Jesus nunca nos prometeu uma vida perfeita, Ele mesmo disse: “No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o Mundo.” (Jo 16:33) e que poderíamos encontrar Paz n’Ele. Traímos quando não damos de comer, quando não damos de beber, quando não acolhemos, quando não vestimos, quando não visitamos os enfermos e os presos. Traímos quando pecamos, quando apontamos o dedo para o nosso próximo, quando duvidamos do seu Amor, traímos quando não Tomamos a cruz de Cristo e o Seguimos. Mas para a nossa traição temos um advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, O Justo. (I Jo 2:1), Podemos encontrar n’Ele lugar de arrependimento, e então Beijar sua face. O Beijo do amor, o Beijo do reconhecimento, o beijo da lealdade e não o Beijo da Morte: O Beijo de Judas. Em Cristo somos perdoados e encontramos vida, e vida em abundância. 



